A catarata é uma doença ocular muito comum que atinge, principalmente, idosos acima de 60 anos. Trata-se basicamente de uma diminuição progressiva da visão mesmo com o uso de óculos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo. No Brasil, estima-se que a catarata é responsável por cerca de 350 mil casos novos de cegueira por ano, sendo 18 milhões em todo o mundo. Como a expectativa de vida da população mundial está aumentando, o número de pessoas com catarata tende a crescer.

Causas e sintomas

O principal sintoma é caracterizado pela visão embaçada, o que dificulta tarefas como ler, dirigir e até mesmo, interpretar a expressão de pessoas próximas.

Diagnóstico

O diagnóstico da catarata é realizado em uma consulta oftalmológica através do teste de acuidade visual e o exame de lâmpada de fenda. Outros exames são necessários para graduar a catarata e excluir outras doenças associadas, entre eles temos: mapeamento de retina, tonometria, microscopia especular, topografia de córnea, biometria e sensibilidade ao contraste.

Existem vários tipos de cataratas e as causas mais comuns são:

– Catarata Senil:

Tipo de catarata mais comum, ocorre em geral com o processo de envelhecimento, surgindo mais frequentemente após os 55 anos de idade.

– Catarata Congênita:

Ocorre por doenças da mãe durante a gravidez, que atingem o feto.

– Catarata Traumática:

Ocorre após acidentes que danificam os olhos. Geralmente é unilateral.

– Catarata Diabética:

Geralmente, tem início precoce e provoca perda visual mais rápida do que a catarata senil.

Tratamento

Felizmente, a catarata tem cura. Primeiramente, é muito comum que o médico especialista recomende o uso de óculos de grau antes de recomendar a cirurgia.

Entretanto, caso a catarata continue se desenvolvendo de maneira que a visão interfira em atividades simples do dia a dia, o paciente é submetido a uma cirurgia caracterizada, principalmente, pela segurança e eficiência nos resultados.

Como é a cirurgia

Após anestesia com colírios e gel, o cristalino opaco é dissolvido e aspirado através de uma microincisão e uma lente intra-ocular é implantada sem a necessidade de pontos. Há diferentes tipos de lentes intraoculares, cada uma específica para cada caso, o qual deve ser discutido com seu oftalmologista.

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